quarta-feira, 30 de junho de 2010

Sem nada que programar

Ontem dei por terminado o trabalho extra que me tem ocupado todos os minutinhos de tempo livre. A sensação foi, como de costume, de satisfação pelo dever cumprido e de auto-confiança pela boa capacidade de resposta a todo o tipo de pedidos estranhos (estamos a falar de programação, ok? não se entusiasmem).

Restam agora dias normais, já por si cheios de tarefas é certo, mas normais, em que posso dedicar-me finalmente a tudo o que deixei pendurado. Posso treinar, posso jardinar, posso costurar e posso até voltar a fazer comida decente para o jantar (sem ser pão com coisas, pizzas ou coisas com pão), posso voltar ao design dos dois (3, contando com o Ervilhas) sites de que sou responsável e a uns quantos projectos de bricolage caseira que ficaram suspensos.

Apesar de contente por poder fazer tudo isto dei por mim meio-triste ontem (não, não foi porque Portugal perdeu o jogo, não esperava outra coisa com aquele treinador), e é nestas alturas que me chamo a mim própria workaholic, ou neste caso, programaholic....

É assim que se descobre o que gostamos mesmo de fazer, mas nem sempre a nossa vocação é o que nos sustenta, sortudos são os que o conseguem.

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