sexta-feira, 17 de abril de 2015

Ironia Doméstica

"Fo....-se, sou uma fada do lar do car....o!!!"

quarta-feira, 15 de abril de 2015

Ainda bem que reguei os morangueiros de manhã...

quinta-feira, 2 de abril de 2015

Sexy Friday

Hoje não é sexta, mas para quem não trabalha é como se fosse.
E como é só amanhã que não se pode pecar, porque isso dos 40 dias de Quaresma foi só no Chocolate e nem isso, hoje escolhi uma música da minha lista sexy.

Sexy porque mete açúcar e músicas com açúcar soam-me sempre a apelar ao miminho, ao aconchego, à sexyness fofinha. Ou sexyness à bruta, noutra versão de açúcar.

Além disso sempre gostei de músicas cantadas em falsete (sou grande fã do Mika). Aqui nesta, gosto especialmente da parte em que ele canta em falsete: "I gotta be your man!". Fica sempre bem.

Sem mais conversa, aqui fica a música ideal para testarem os limites de agudez da vossa garganta, enquanto se contorcem a sentir a sexyness a invadir-vos. Mencionei que isto acontece enquanto voam baixinho num The Red Bimmer? Bom...é capaz de funcionar noutras situações também....experimentem!

Sugar? YES, please!


(aborrece-me quando sou hiper-mega-fã de uma música e depois vou ver o vídeo e é só nhêêê, mas ok, pronto, a ideia está gira e a música compensa)

terça-feira, 24 de março de 2015

De ir às lágrimas

A expressão de Nero, o cão, olhando para os seus donos adultos, no dia em que F., com os seus 2 anos e meio e 90cm de altura mal medidos lhe ordenou que se sentasse para receber a habitual códea de pão que sobra do pequeno almoço.

"Mas quê? Isto é a sério? Ou é para os apanhados?"

sexta-feira, 13 de março de 2015

Realidade Enriquecida

É com pesar que constato de vez em quando que realmente nasci para ser pobre.

Não é todos os dias que vou comprar roupa, e dependendo do tipo de roupa e da ocasião, opto por lojas classificadas por menor ou maior poder de compra.

Foi no Natal passado que me voltei a sentir pobre numa loja onde só vou quando quero comprar algo bom, uma dessas lojas de roupa que parece uma sala de estar gigante, com tapetes persa e sofás, aparadores e cristaleiras, e ocasionalmente um cabide ou outro, com camisas e casacos, apenas para relembrar que não estamos num clube de campo.

Fiz a minha compra, paguei no balcão, e embora não sejam frequentes as minhas visitas a este tipo de lojas, já me habituei ao constante apaparicar dos empregados, perguntando se quero um café, se preciso de uma alteração de costura na peça ou se quero deixar as compras enquanto vou dar mais uma volta. E foi exactamente quando recusava a última das ofertas dos empregados e pegava no saco da compra para sair, que a empregada do balcão me arrancou o saco da mão e disse rapidamente "Não, não, não!".

O meu pensamento imediato foi "Mas então eu já paguei, ou este valor foi só pelo apaparicanço?", mas ela continua com um "Eu acompanho-a à porta.".

Pegou no saco, caminhámos até à porta, num percurso que me pareceu interminável, embora fossem só 5m. Na porta entregou-me o saco, agradecendo a minha visita, e lá fui eu concluindo mais uma vez que não sei ser rica.