quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Sobre os bons momentos...

...ou como uma simples noite de chalaças e disparates entre amigos nos faz esquecer o imparável suceder de chatices e complicações da vida adulta.
Afinal é para estes momentos que trabalhamos e nos submetemos a situações difíceis no dia-a-dia, por isso quando nos aparece um, há que aproveitar...e ficar...



E como está na moda usar a frase do anúncio da Zon:
Se eu podia viver sem dizer dizer disparates? Podia.....mas não era a mesma coisa...

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Eu até apagava o fogo, mas...

Vamos lá a ver uma coisa....eu posso ser "multi-task" mas o meu telefone não é!
Ora, se está a decorrer uma emergência, a qual é suposto eu resolver por meio de telefonemas e decisões, não consigo fazer nenhumas destas tarefas enquanto não pararem de me ligar para me falar na dita emergência que eu já conheço, ok?
Há dias em que sinto que só consigo trabalhar fora do local de trabalho....

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Leituras

Invejo a capacidade de expressão de algumas pessoas. Neste momento preciso, invejo a deste homem:

"Bartolomeu levanta uma questão interessante - e quando o pássaro volta? Confesso que alucinei sobre ave sem retorno, mas compreendo a dúvida, há amores que regressam. Intocados? Por outros alguéns ou pelo que os levou a deixar-nos? Se por outros alguéns, como reagimos nós? Depende do que sentiram ou fizeram? Nós homens, temos reputação de reagir de forma diversa quando quem amamos conheceu alguém no sentido bíblico do termo:). E no entanto há paixões vestidas, até longínquas!, que modificam - às vezes para sempre... - o olhar de quem volta. Pobres de nós quando nos batemos contra essas rivais - castas na Carne, sem esperança ou desejo de cura para o delírio que lhes rói e salva o espírito.
Em outras ocasiões não houve ninguém entre nós e nós. Mas o que fez voar o pássaro, impotente embora para evitar o seu regresso, chega e sobra para o manter em guarda. Contra nós, que porventura o magoámos, mas também contra si mesmo, que baloiça entre o alívio deliciado e faminto por nos reencontrar e uma sensação amarga de cedência, por acreditar piamente que o não merecemos ou amamos bem. Quando existe tal ambivalência, a bonança que sucede à tempestade anuncia nova tormenta...
Compreendo a parcimónia de Bartolomeu em face de aves migratórias. E contudo, quantos se podem gabar de nunca ter consultado relógio de pulso ou calendário, na esperança de ver alguém pousar de novo na área bem pouco protegida do seu peito:)?" - Júlio Machado Vaz

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Já enjoa

Mas ALGUÉM ainda aguenta aquele anúncio do Pingo Doce em tom faduncho que passa de meia em meia hora nas rádios?

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Deviam ser todos assim!

Foi um fim de semana de 3 dias, sem tempo sequer para respirar, só a fazer coisas giras!

Sexta: Voluntariado no Centro Jovem Tabor, em Setúbal. De enxada e ancinho na mão o dia todo, a ajudar na construção de um circuito de manutenção.

Sábado: Casamento do melhor amigo. Cantar, dançar e dizer disparates como se não houvesse amanhã.

Domingo: Prova Elite em Sta. Iría, fiz a minha melhor pontuação deste ano.

Venha o próximo...

domingo, 18 de outubro de 2009

Gizmo

Tenho um Gremlin em casa e não sabia!

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

District 9

Ora aí está uma bela surpresa. Mais uma banhada sobre extraterrestres que invadem a Terra em busca de escravos ou formar uma colónia? Não, nada disso!
Ide ver e depois tirem as vossas conclusões, porque qualquer coisa que eu possa dizer aqui vai estragar a boa surpresa.
O início é assustador, de repente pensei que me tinha enganado na sala e estava a assistir a mais um documentário sobre o aquecimento global do Al Gore, mas rapidamente a história se revela e mostra um enredo bem mais denso que os tradicionais e mais que batidos ataques de aliens.


1 cêntimo é 1 cêntimo

Não sou agarradinha ao dinheiro. Tenho os meus dias avarentos como qualquer comum mortal, mas de um modo geral sou despreocupada com os preços e despesas e raramente confiro um troco.
No entanto, há uma atitude que me irrita nos empregados das lojas. Quando um determinado objecto custa por exemplo 1,99€ e pagamos com 2€, fico à espera do cêntimo de troco, porque gosto de ser eu a decidir o que fazer com ele. Não gosto que decidam por mim.
Regra geral, o empregado não dá troco e não diz nada. Ora, até se pode dar o caso de não haver moedas de cêntimo na caixa, mas nesse caso não ficava mal a frase "Olhe, não tenho troco!" e isso eu aceitava. Mas assumir à partida que o cliente não quer o cêntimo de troco chateia-me! Só isso!

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Menina de Coro

O meu melhor amigo vai-se casar. Estou imensamente feliz por ele, por vê-lo tão bem, por saber que está a fazer o que é certo.
Nunca "casei" um amigo tão próximo e a sensação da aproximação da data é completamente diferente de todos os outros casórios a que fui. Estou de facto entusiasmada com isto!
Estou também muito honrada por me ter dado tão nobre tarefa de pertencer ao coro que cantará alguns cânticos na igreja. Sim, eu, num coro, já não é novidade. Eu e o noivo fizémos parte, por breves meses, de um coro, há alguns anos atrás, o "Coralis Bestialis". Agora que penso nisso, já foi há mais de 10 anos....xiça, que estamos velhos!
Bom, e agora que anunciei a minha participação no coro, é de esperar que a afluência ao casamento diminua significativamente, desculpem lá noivos....o pessoal vai só ao copo de água, que aí em princípio ficarei caladinha, a não ser que beba demais!

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Só a mim...

Ao detectar um problema eléctrico no carro, ligo para o mecânico:
Eu - Bom dia, eu sou a dona do Megane que esteve aí na semana passada...
Ele - Ah, ainda bem que ligou, encontrámos aqui uma peça do seu carro!

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

O noivo é bruto!

Eis que fui a uma despedida de solteiro radical, com paintball, almoçarada e "cumbíbio".
Há muito tempo que não despejava a minha ira em forma de bolinhas de tinta. Como de costume foi libertador, relaxante e deixou marcas:
Qualquer semelhança com uma raia, moreia ou leopardo é pura coincidência, isto aqui é mesmo a minha perna! O autor desta brincadeira (o noivo) tem a mania que percebe de geometria, conseguiu fazer um triângulo perfeito.

Tarefa Ingrata

É muito giro ter um blog. Pode-se escrever tudo o que se quer, quando se quer, simplesmente "deitar cá para fora" o que nos corrói por dentro, sem preocupações, mesmo que o sintamos apenas por um breve momento. E ali fica, a nossa história escrita para sempre, à mercê de quem está interessado, à mercê das mais diversas interpretações.
Quanto mais bloguistas conheço, mais me apercebo dos problemas que temos em comum. E todos eles vão dar ao mesmo: interpretação.
Quando iniciei este blog era uma inocente, praticamente não pensava no que cá punha, era mais ou menos o que me desse na telha. Com o passar do tempo apercebi-me do impacto que tem o que vou escrevendo e das diversas formas possíveis de o ler. Ajuda-me a ver quem de facto presta atenção ao que escrevo, quem lê na diagonal e ignora os pormenores, quem me conhece melhor e percebe o que de facto estou a dizer por outras palavras e ao mesmo tempo limita-me cada vez, pois apercebo-me dos efeitos que pode ter um simples desabafo.
Estou cada vez mais consciente das intenções de quem lê este blog, seja por genuíno interesse, mera curiosidade ou simples excesso de tempo. E isso faz-me pensar cada vez mais no que escrevo, como escrevo, quem é que quero de facto tocar com as minhas palavras, condiciona-me totalmente e afasta-me do meu primeiro objectivo que era tão somente desabafar sem tabus.
Tudo isto torna um blog pessoal num desafio, uma espécie de jogo onde se tenta dizer tudo sem ferir nada nem ninguém. A melhor forma de compreender isto é ter um, experimentem e depois digam lá se não é interessante!

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Banalidades

Enervam-me os bens materiais. Enerva-me a importância que lhes é dada, até a importância que às vezes eu própria lhes dou.
Nem todos os dias nos sentimos em nós próprios, há dias em que somos mais egoístas, outros em que somos uns "bananas" e ainda outros em que só pensamos em dinheiro. Tudo isto condicionado pelos acontecimentos do dia-a-dia que vão puxando de nós diversas formas de agir.
Os momentos em que somos de facto genuínos connosco próprios é quando somos apanhados de surpresa, quando nos surge uma situação que não prevíamos na rotina.
Sempre defendi a teoria de que a primeira reacção a qualquer coisa é geralmente a mais certa.
Aqui há tempos, relatei aqui como respondi prontamente na noite de fim de ano em relação ao eventual roubo da minha televisão. Que se lixem os móveis, os carros, os empréstimos, as despesas e até as tarefas domésticas, desde que haja dentro de nós um quentinho de conforto, tudo isso são banalidades.
E esta pessoa, esta sim, sou eu!

Manifesto contra a Racionalidade

Aconselho e subscrevo:

Para quem quiser passar directamente ao manifesto, sem ler o preâmbulo, é só andar para baixo e começar a ler onde diz UM MANIFESTO EM SETE PONTOS.

Os Méganes dão-me azar

Ai ai, que a vida não me corre nada bem!
O meu primeiro Mégane deu-me todos os problemas e mais alguns, e eu fiz o quê? Comprei outro! Pois, faz sentido, não é?
Vai hoje pela primeira vez para a oficina e eu já estou a desesperar com as más notícias que aí vêm.

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Era um injector entupido....cá para mim o antigo dono andava a abastecer com papa Cérelac em vez de gasóleo....mas daquela com grumos mesmo!

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Incondicional

Há uma idade certa para compreender as mães. Não digo uma idade certa em algarismos, mas certa em termos de quando as conseguimos observar melhor.
Quando somos novos só conseguimos ver as proibições, os castigos, os dramas que nos criam por chegarmos tarde ou não comermos a sopa (ou as ervilhas...).
Vem depois outra idade em que achamos que já sabemos tudo e que as mães viveram noutra época e são incapazes de compreender os problemas da juventude moderna.
E vimos por esses anos fora sempre olhando de lado para uma pessoa que nos parece demasiado perfeita para ser verdade, que nunca comete erros e nos quer impedir de cometer os nossos.
Parece-me a mim que só lhes damos verdadeiro valor quando lhes descobrimos a primeira falha, a primeira mentira, o primeiro erro. Não tem necessariamente de ser um erro ou mentira, mas por exemplo o simples facto de lhes apanharmos uma contradição nas palavras. Nesse preciso momento paramos surpreendidos com a mudança de atitude e perda de perfeição e conseguimos perceber que elas nem sempre nos dizem o que lhes vai lá dentro, mas sim o que acham que nos faz felizes.
E se o que nos faz felizes é comer sopa numa semana e rebuçados na outra a seguir, elas lá estarão em ambas as semanas, dizendo que a sopa é muito boa, mas que os rebuçados é que é fixe!
Obrigado mãe!

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Patrocinado por uma cerveja qualquer

Para todos vós, distraídos, que ainda não repararam nisso, é só para avisar que vem aí um FIM DE SEMANA PROLONGADO!
Mesmo a jeito para fazer um "reset" à cabecinha!

Dedicada a estes fantásticos 3 dias sem manutenção de edifícios com que me preocupar, a não ser a do meu próprio imóvel, aqui fica uma música que me dá arrepios na espinha.
É de um anúncio da Super Bock que dá no cinema, antes dos filmes, e cada vez que a ouço enche-me os sentidos. É para por bem alto, ó "faxavor", a ver se também enche os vossos: