terça-feira, 31 de julho de 2012

Esgotei as molas

Vocês já sabem como eu gosto de vos mostrar fotos do meu estendal.

Pois agora tenho mais uma para a colecção.


Só tenho pena do Homem-Que-Dobra-As-Meias...

sábado, 28 de julho de 2012

Notícias do tapete

É só para dizer que o projecto do tapete já vai a mais de meio.


sexta-feira, 27 de julho de 2012

Teste ao android

Qualquer desculpa serve para tirar fotos ao bicho mais mimado e mais lindo.


terça-feira, 24 de julho de 2012

Boas surpresas no quintal

Quando se compra um pauzinho espetado num vaso com uma etiqueta a dizer "Framboesa", não se está à espera de ter realmente frutos quanto mais ter frutos apenas 4 meses depois de espetar o pauzinho no quintal.

Mas aí estão elas, as minhas primeiras framboesas!

quinta-feira, 19 de julho de 2012

Troca-se The Red Bimmer por Carrinha de Caixa Aberta

Isto é o carrinho e os 2 ovos dentro do The Red Bimmer. Sim, baixei os bancos de trás para caber tudo.


Suponho que depois com os putos não possa ir assim, não é? Não percebo porquê, ainda há ali um espacinho à esquerda para eles...

segunda-feira, 16 de julho de 2012

A moda vai pegar

As modas pegam quando se vêm os cromos a usar isto ou aquilo.

Como aquelas chuteiras cor de rosa que custam os olhos da cara porque o Cristiano Ronaldo usa umas. Ou como o fato de natação completo que toda a gente usava no ano a seguir ao Phelps ganhar tudo e mais alguma coisa nos Jogos Olímpicos.

No Tiro com Arco não é diferente, há sempre um boom de vendas do arco que ganhou o Campeonato do Mundo, das flechas que apareceram usadas por alguém conhecido ou das aljavas que não sei quem assinou.

É por estas "modas" que vos digo: para o ano, nas provas em Portugal, e quem sabe no estrangeiro, vai ser só barriguinhas na linha de tiro....

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Lugar reservado (e sentado)


quarta-feira, 11 de julho de 2012

Do it yourself

Quando se fala de artes manuais há 2 grandes grupos, os que não gostam / não têm jeito / compram tudo feito e os que fazem questão de fazer mesmo que saia mais caro / dê mais trabalho / dê imensos problemas / saia uma treta no fim mas dá um gozo danado a fazer.
Eu faço parte do 2ª grupo. Nem é pela suposta poupança que se faz (muitas vezes o projecto torna-se numa fonte de problemas que nos faz gastar muito mais recursos do que se comprássemos feito) mas sim pela velha máxima "A felicidade está na viagem, não no destino".


No caso concreto de todos os projectos que tenho em curso para a grande obra "Quarto dos Putos", começou com a minha irritação quando comecei a escolher um tema para a decoração do quarto. Todos os bonecos e objectos pré-feitos que se encontram têm 2 grandes defeitos: só há em azul ou cor-de-rosa e tudo tem um ar maricas e afectado. E há ainda o defeito-mor: o preço de tudo!
A minha ideia inicial do tema "ursinhos" desfez-se após as primeiras visitas às lojas de decoração e bricolage, e rapidamente entrei em desespero quando percebi que a cor "amarelo" é algo que simplesmente não existe nas opções à venda. A não ser que opte por pespegar Winnie's The Pooh's em todo o lado!

Foi por não encontrar tapetes amarelos (sem ser do Winnie The Pooh) que decidi fazer o meu próprio tapete em trapilho. Fui aprender crochet de propósito.
Foi por não encontrar apliques de parede amarelos (sem ser do Winnie The Pooh e com preços capazes de contratar o próprio Winnie) que decidi comprar e pintar os meus próprios apliques. E vão sair 3 apliques ao preço de um.
Foi por não encontrar cortinados amarelos e por uma ideia que tive ao visitar as promoções da Moviflor, que decidi costurar o meu próprio cortinado. E também acabará por sair um cortinado ao preço de meio!
E foi por pura teimosia (e preços proibitivos dos perfis em esferovite) que decidi pintar os macaquinhos na parede para separar as cores.

Não tivesse eu a mania do "Do it yourself", teria-me rendido às decorações normais dos ursinhos com ar afectado, Faísca McQueen ou Winnie The Pooh, mas a verdade é que, entre a teimosia e os problemas encontrados nestes pequenos "projectos", me tenho divertido bem mais (mesmo com os nomes todos que chamei aos macaquinhos), e no fim, apesar dos putos não ligarem nenhuma a isto tudo, vou entrar naquele quarto toda contente com aquele ar do "Fui eu que fiz".

E sim, vou ter um ataque quando me fizerem o primeiro risco no cortinado ou nos macaquinhos ou quando me sujarem o tapete, ou quando partirem um aplique....

(e eu comecei este post com a ideia de apresentar o projecto do cortinado e quando dei por isso já está com este tamanho todo e ainda só falei do gozo que dá ter projectos novos....bom! fica para a próxima! e a foto lá em cima ainda é de outro projecto que não tive coragem para mencionar, que está ainda a marinar na cabecinha)

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Grande desculpa


Atenção: Post de gaja, ou totalmente fútil (é à escolha)



Ah e tal, que não chego aos pés, tenho de ir à pedicure.

"Então e não chegava cortar as unhas, tinhas de pintar de verde porquê?"

Ah e tal, para dar sorte para a Final Four, que vou representar o Sporting.

"Então mas chegas bem às unhas das mãos. Pintaste também, porquê?"

Para ficar a condizer, olha que coisa!


sábado, 7 de julho de 2012

Pego do Inferno

Portugal é tão pequenino, mas com cantos que têm tanto de bonito como de desconhecido do público.

Estas férias fomos em busca do Pego do Inferno, no Algarve, nada fácil de encontrar. Alguns GPS's têm, outros não, e indicações no local são próximas de zero. Encontrámos apenas uma placa, ainda muito longe, e depois de a seguir encontrámos umas quantas bifurcações que teimámos em testar exaustivamente até dar com a saída certa. Mas se não fosse a sorte de encontrarmos um senhor num café perdido no meio da serra algarvia, nunca teríamos sequer encontrado a primeira bifurcação.

Depois de uma aventura para lá chegar, com a expectativa de encontrar o que sê vê nas fotos de turismo, há uma desilusão quando finalmente damos com o sítio. O acesso pedonal está descuidado, a ponte de madeira fechada por falta de manutenção, e o ano com pouca chuva provocou a seca da cascata e da ribeira, completando o cenário.

Continua a ser um local bonito, e apesar do acesso difícil, vale a pena ir e ver, mas é pena ser apenas um lago de água parada em vez de uma passagem da ribeira com cascata.

O engraçado é que o sítio estava cheio de espanhóis e claramente já eram visitas habituais, portugueses éramos 5 ou 6. Por isso, antes de irem à aventura de descobrir onde é, vejam no Google Maps, e depois o melhor é perguntar a um espanhol.