terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

O Homem Invisível e o Fantasma

É inevitável que o nosso dia-a-dia influencie as nossas tarefas, domésticas ou profissionais.

É por isto que os artistas, músicos, escritores, etc., precisam muitas vezes de se isolar, para não cometerem o erro de incluírem nas suas obras excertos do seu próprio quotidiano, que não se adequem à obra em causa, por exemplo, uma frase gira que o filho disse ontem no meio de uma investigação policial, ou uma cena de "quem é que deixou a tampa da sanita aberta?" no meio de uma letra de música romântica.

Pedem-me neste momento para mascarar os meus putos de figuras de Hollywood, para a festa da escola. Costumo embarcar bem neste espírito inventivo, mas esta está a custar-me bastante, porque no meio de uma gripe bem forte e outras questões complicadas da vida de adulto, o que me apetece mesmo é mascará-los de Homem Invisível e Fantasma. Sim, o disfarce seria nem sequer irem à escola nesse dia, perfeito, não é?

Alguma coisa me há-de ocorrer. Mas aquilo do fantasma não está esquecido, o J. faz um Geleia impecável quando está constipado...

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