quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Nunca mais descobrem que são irmãos, ó catano!

A chatice de ler clássicos é que além de já se saber o fim, há a mania do Eça de Queirós em descrever ao pormenor como a luz realça a cor dos olhos da abelha pousada em cima da flor que enfeita a jarra que está na mesa Luis XV ao lado dos reposteiros com coroas douradas debruadas a azul, na ante-câmara do quarto de hóspedes do piso de cima da casa de férias da família brasileira que está de visita. (isto é um resumo, que tenho mais que fazer)

Já isto não aconteceu com o "Triunfo dos Porcos" que apesar de já saber o fim, quando acabou, pensei: "Então? E o resto?"

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