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quarta-feira, 17 de abril de 2013

A preguiça é inimiga do blogger

Não é que não se tenha tempo, em quaisquer 5 minutos se dá conta dos últimos acontecimentos.
Não é que não se tenha notícias, quem sai à rua diariamente tem sempre qualquer coisa a observar.
Não é que não se tenha material, até tenho a galeria do telemóvel pejadinha de fotos, algumas já nem me lembro a quê.
Trata-se mesmo do "ai que giro, deixa tirar foto que depois faço um post". E o depois fica esquecido, adiado ou simplesmente "não me apetecido"!

Numa volta rápida à galeria do telemóvel, encontrei um estendal no aquário novo. Já montei o aquário novo há 4 meses e a única pista disso que aqui pus foi a história dos Ramirezi. No entanto, antes disso, houve todo o tratamento que o aquário levou na transição tartaruga - peixes. Tirei montes de fotos na altura, tudo para documentar aqui a mudança radical. Viram-nas? Pois...

Esta foto é de 21 de Abril do ano passado. Quase um ano depois....tssq tssq tssq, que blogger fajuta que eu sou!
Mas aqui está, a maravilhosa técnica que usei para colar os suportes das tampas do aquário.
Ainda não caíram.....

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Licença de Paternidade

Sr. Ramiro e os ovos
Este é o Sr. Ramiro. Está há dois dias de licença de paternidade a tomar conta da sua prole, disposta por ali  abaixo, como podem ver, afastando todos os intrusos que se cheguem perto.
O Sr. Ramiro só abandona o seu posto para ir comer e volta assim que possível para voltar a contar os 80 a 100 ovos que a Sra. Ramiro ali pôs.

Trata-se claramente de um casal moderno em que o macho é que fica em casa a tomar conta das crias enquanto a fêmea passa o dia no café com os amigos. E se por acaso ela passa por "casa" e ele não está, procura-o pela "aldeia" inteira até o encontrar e o mandar imediatamente para casa, à laia da chapada.

Sra. Ramiro no café
A licença do Sr. Ramiro deve durar mais alguns dias, pelo que li as crias nascem amanhã mas mantêm-se perto do pai durante uns dias, durante os quais tenciono tentar apanhar alguns para uma maternidade, antes de serem comidos pelos "aldeões".

É a segunda "ninhada" dos meus Ramirezi, a primeira era para nascer no Natal mas foi comida por um "lobo" num momento de distracção dos pais. Ao que parece eles vão ficando mais experientes nisto de ser pai, e melhores a guardar e tratar dos pequenos. Não foi intencional, isto até era para ser um aquário de escalares, que ainda não tenho, mas o casal sentiu-se bem e decidiu procriar, mesmo assim, no meio da comunidade.

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Tenho uma Molly parideira

E não é que sábado dei por mais uns quantos molly's bebés escondidos entre as plantas?
Desta vez contei 12, por alto, porque decidi não os separar na maternidade, já que parecem dar-se tão bem escondidos nas plantas.

Nasceram sexta ou sábado, não sei bem, só sei que a mãe está uma verdadeira doida, a dar à luz à velocidade da mesma (grande chalaça esta!). Não tão doida quanto o pai que a continua a perseguir incessantemente pelo aquário fora. Tenho de começar a deixar a TV ligada quando saio...

Gostava de ter passado uns bons momentos a tentar captar uma foto digna desta mãe fervorosa, para vos mostrar a todos, mas estou sem a minha fiel máquina fotográfica e os telemóveis não lhe chegam aos pés nisto de tirar fotos a micro-bichos.

A minha querida DSC-H5 está neste momento nas mãos dos técnicos da Sony, para realizar uma biópsia e descobrir porque raio não me deixa usar o "Focus" e o "Steady-Shot", ambas propriedades necessárias para fotografar peixes, e tudo o resto...

Entretanto fico aqui a rezar aos santinhos para que seja só uma avaria menor que não me faça arrepender de ter pago o orçamento. As melhoras minha H5, a dona promete comprar-te uma lente polarizada se ficares boa.

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Exijo abono de família

Lembram-se do 100L Discos? Pois, passou há algum tempo a ser 100L Cardinais, porque os discos faleceram numa triste e trágica reviravolta do ecossistema. Longa história que optei por não contar aqui, tal foi a tristeza que me inundou nos dias seguintes ao sucedido.

Com a má notícia acabei por deixar o aquário quase em auto-gestão, já que os maiores produtores de lixo tinham morrido e assim a população estava reduzida a um cardume de cardinais e outros poucos habitantes, necessários para as limpezas, entre os quais um casal de molinésias negras, excelentes na limpeza da película superficial de algas.

Adaptar molly's ao ambiente dos discos é uma tarefa de paciência. Estão bem longe da temperatura e ph preferidos, por isso a ambientação demorou horas e foi uma vitória conseguir ter o casal a viver alegremente nestas condições. Outra vitória, completamente inesperada, e apelidada de "milagre" lá por casa, foi o nascimento de bebés molly's.

Olhem que lindos que eles são, tão queridos, iguaizinhos aos pais:

(cerca de 2 semanas de idade, 1 cm de comprimento)

Depois de uma onda de más notícias no aquário, acabou por chegar uma boa nova, ou melhor, umas dezenas delas, vinda deste casal de "faxineiros"...mesmo em condições adversas, decidiram procriar e isto é sempre sinal de que se sentem bem. O amor é mesmo assim, vence barreiras.

E isto do amor é muito lindo, sim senhor, mas e depois que é do abono? Que uma pessoa vai de férias muito bem descansada e quando volta tem mais 24 boquinhas para alimentar...ah pois é!

quinta-feira, 4 de março de 2010

Scuba Ciro

Eu tinha a rotina de dar comida 1 vez por dia, a tarde, e o desaparecimento dos peixes mais pequenos era sempre nocturno. Depois de ler alguns artigos e falar com entendidos, concluí que parte do problema era fome, a outra parte era o instinto natural de caçar.

Sendo assim, instalei um alimentador automático, regulado para 2 vezes por dia, sendo a 2ª vez agendada para 1 hora antes da hora de apagar as luzes. Assim vão dormir de barriguinha cheia e deixam-me os neons (e os cardinais) em paz...
Tem resultado bem, e mais informo que não gastei 40 ou 50 euros num alimentador, como se vendem por aí. Comprei 2 por 30€, num site chinês, e funcionam excelentemente. Já me posso dedicar a formar os cardumes que queria. Para já tenho 7 neons, 8 cardinais e 2 machadinhas.

Agora vem a verdadeira historia deste post.
Como tenho 3 gatos achei uma boa ideia ter um aquário com tampa. Mas para instalar o alimentador tinha de fazer uma abertura na tampa ou deixá-la semi-aberta.
O que fiz foi desencaixar a tampa e pousá-la um pouco mais ao lado, deixando uma fresta para a saída do alimentador. Uma situação completamente estável, não fosse a mania que o Ciro tem de se deitar em cima do aquário...
Ontem quando cheguei a casa, a dita tampa estava dentro do aquário e o Ciro tinha as patas da frente ainda molhadas...imaginam a cena?

Só tenho pena de não ter lá estado para ver. Acho que ainda me estava a rir agora...
Nos anos ofereço-lhe um escafandro!

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

[100L Discos] III - A Ficha Técnica


Isto de apresentar fichas técnicas de aquários não é fácil. E não falo apenas do facto de ainda estar a meio da introdução de habitantes, mas também pela célebre regra "Peixe grande come peixe pequeno".
Tudo corria bem no meu alegre 100L, depois de introduzir 4 corydoras e 12 neons, foi a vez da tão aguardada chegada dos discos. Ainda mais lindos do que os tinha imaginado, ficaram logo à vontade, passado um dia já comiam e eram claramente os reis do aquário.
Embora o ideal para companhia fossem cardinais, insisti nos neons (por serem mais pequeninos e engraçados) e adicionei mais 10. Um cardume de 22 peixinhos minúsculos ficava mesmo bem em contraste com os "gigantescos" discos já com cerca de 7cm.

Eis que uma semana mais tarde olhei para o aquário e pensei: "O cardume parecia-me maior...!"
Ora, os discos acharam que neon é muito mais saboroso que flocos e granulado...e o cardume já vai em 12! Quando acabar de escrever isto é bem provável que sejam só 10!
Bom...tomei então a decisão de substituir os neons por nariz de bêbedo e comprei alguns para ver se resistem à gula dos discos. Tem corrido bem, já me habituei à ideia de ver os neons desaparecer...a aquariofilia é isto mesmo, aprendizagem, paciência e evolução.
Nos planos futuros está aumentar o cardume de nariz de bêbedo, incluir um pequeno cardume de machadinhas e 2 ramirezis. E fica completo o meu 100L.

Sendo assim apresento a lista actual de material e vivos do meu semi biótopo amazónico. Semi porque inclui espécies de outros continentes e porque só tem 100L reais, o que o torna num mini-habitat.

- Aquário 120L com tampa;
- 2 lâmpadas HAGEN Aqua-Glo 30W T8;
- Filtro EHEIM Classic 2213;
- 5 raízes compradas em lojas da especialidade;
- ph: 6,4; GH: 3ºd; Temp.: 27ºC;

Plantas:

Peixes:
- 2 Symphysodon Aequifasciatus (disco) - ainda estou a tentar descobrir qual a espécie;
- 1 Crossocheilus Siamensis (comedor de algas chinês);
- 2 Corydoras Axelrodi (corydora rosa);
- 2 Corydoras Julii (corydora leopardo);
- 2 Corydoras Aeneus "Albinos" (corydora albina);
- 3 Hemigrammus bleheri (nariz de bêbedo);

E quando acabar de escrever isto vou ser se encontro as machadinhas! :)

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

[100L Discos] II - A Montagem



Depois da mega-limpeza, seguiu-se a montagem do novo cenário.
Bom, metade já estava feito, o areão e as raízes estavam prontos. O primeiro habitante, para iniciar o ciclo, embora não muito desejado, também lá estava e apesar de nunca ter gostado dele, só pela resistência que demonstrou ao longo de meses de desleixo e uma semana de limpeza extrema, ganhou o meu respeito e o meu afecto. Merecia ser chamado de "O pequeno gaulês", mas na verdade chamo-lhe Banhas, dado o que engordou nesses tempos áureos em que as algas dominavam o aquário.

A fase seguinte eram as plantas. A "selva" existente tinha sido arrancada e eu tinha agora um monte de plantas emaranhadas pelas raízes:
- limpei e arranjei todas as plantas, podei as raízes e tirei folhas mortas;
- aproveitei cerca de 1/4 das plantas para o novo cenário, e o restante dei a amigos aquariofilistas;
- comprei duas espécies de plantas mais altas, para o fundo, pois todas as que me restavam eram médias ou baixas;
- substituí uma das lâmpadas, que já mostrava sinais de envelhecimento;
- em cerca de 2 dias com "peat" no filtro, o ph baixou dos 7,8 e estabilizou nos 6,6;

O segundo habitante deste novo cenário foi um simpático pleco que se encarregou de limpar todas as algas escondidas em recantos das raízes e folhas que eu não tinha conseguido limpar, e que passou a fazer o serviço de limpeza dos vidros desde o primeiro dia. Nunca mais tive de limpar vidros desde que o tenho. (Bom...era o HQNA que fazia isso, mas pronto, nunca mais foi preciso.) Devido à forma como se prende nos vidros, apelidei-o de Bocas.

E durante uma semana, o Bocas e o Banhas trabalharam na limpeza de algas e restos de tudo o que tinha escapado à minha mega-limpeza.

Com o ph estável e o aquário limpo, comecei a introduzir os novos habitantes, neons e corydoras, e a preparar-me psicologicamente para acolher os discos, o objectivo final.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

[100L Discos] I - A Limpeza

Escrevi sobre as alterações que fiz ao meu aquário de 100L, incluindo uma lista de material e espécies, em jeito de testemunho para a comunidade aquariofilística, mas quando acabei vi que era um artigo gigantesco, que ninguém (a não ser os doidinhos da aquariofilia e se calhar nem esses) ía ter paciência de ler, portanto reparti-o em 3 capítulos. Este é o primeiro, dedicado à mega-limpeza que fiz. Os próximos serão "A Montagem" e "A Ficha Técnica".

Diz a literatura que um biótopo representa o mais fielmente possível o habitat natural de uma determinada zona ou espécie.
O meu aquário de 100L, depois de uma espécie de biótopo asiático, foi-se transformando num aquário comunitário, acompanhando as minhas (in)experiências, ficando por fim ao abandono, o que resultou num genocídio, do qual só houve um sobrevivente.

Depois de meses a adiar, durante os quais as plantas e as algas tomaram conta do espaço, meti mãos à obra:
- retirei tudo menos o areão e o substrato, incluindo uma camada estranha que se formou de areão-algas-restos de tudo;
- limpei o filtro, com o cuidado necessário para não destruir as bactérias, substituindo metade das massas filtrantes;
- sifonei o areão vários dias seguidos, de tal forma insistentemente que se misturou com o substrato deixando a água castanha e turva;
- com cuidado, paciência, ferramentas aquáticas e nada melhor que fazer, fiz o possível por voltar a enterrar o substrato, ficando praticamente todo coberto por uma fina camada de areão;
- esterilizei todos os pedaços de madeira (raízes) e compus um cenário amazónico (pelo menos na minha cabeça);
- fiz mais uma limpeza ao filtro, no qual incluí "peat" (ou "turfa", uma massa filtrante para baixar o ph de forma natural) e deixei-o acabar o trabalho de limpeza da água.

Convém dizer que ao longo de tudo isto, havia um habitante no aquário...sim, o tal! Esta foto foi tirada depois da montagem final e "ó p'ra ele tão saudável"!


quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Aquariofilia na era da Internet

Ando finalmente em arrumações no aquário grande, dedicada a transformá-lo num biótopo amazónico. Pode até nem parecer, mas sou bastante exigente quando me dedico a algo, exigente ao ponto de querer recriar o mais fielmente possível a paisagem, as espécies existentes, etc..

Ora, no mundo da aquariofilia há um sem número de famílias, espécies, sub-espécies, variantes, etc., especialmente no que toca à fauna. E cada espécie, devidamente identificada com um nome científico específico, tem particularidades importantes quando chega a hora de escolher um novo habitante. Por exemplo, ando agora à procura de um indivíduo que me coma as algas de forma eficaz e que não seja mais um molengão que prefere esperar pela hora da comida dos outros, mas preciso de tomar em conta várias características, por exemplo o tamanho, a resistência, o comportamento, etc, e tudo isso muda de espécie para espécie, mesmo que da mesma família ou com o mesmo nome comum.
Existem de facto imensos sites que posso consultar e onde posso escolher a espécie que mais gosto e que mais convém à tarefa que lhe tenho destinada, mas o problema começa depois da pesquisa e escolha, na compra.

Quase todas as lojas têm um site na internet com informações sobre a localização, produtos, espécies que costumam ter, etc. Mas nesta matéria das espécies cometem quase todos o mesmo pecado, misturando nomes comuns com nomes científicos, acabando por atribuir a mesma designação a animais distintos. Tudo isto dificulta muito a pesquisa dos clientes que já não são assim tão iniciados, e que gostam de saber com antecedência o que querem pôr dentro do aquário.

Pergunto se será assim tão difícil manter a base de dados do site sincronizada com a base de dados do stock, de forma a que os clientes possam ver se há o que lhes interessa na loja, sem ter que as visitar todas em busca do animal desejado, ignorando como é claro as etiquetas nos vidros, que seguem a mesma "lógica" dos nomes comuns / científicos. Pior ainda é se tentamos telefonar a perguntar se tem, porque a resposta é sempre sim, seja qual for a espécie que se procura:

- "Gostava de saber se tem um Beaufortia Leveretti?"
- "Um quê?"
- "O nome comum é Pleco Borboleta."
- "Ah sim sim! Plecos temos muitos."
- "Pois, mas este é pequeno, tem uns 5 cm, de água fria, da Ásia...tem?"
- "Temos temos!"

E depois vou lá e é um pleco sim senhor, mas de outro continente, de água quente e que atinge 60cm em adulto. Estão a perceber o problema?

O único site que já encontrei a cumprir estes requisitos é o www.naturline.pt, que actualiza a página das novidades com as chegadas dos vivos, devidamente identificadas por espécies.
Se isto depois bate certo com o que têm realmente na loja já é outra história, mas estou prestes a descobrir.

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E bate certo, sim senhor, ganharam uma cliente. Já os preços das plantas...bom...não falemos disso.

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Copos, peixes e ácidos

Quando eu era pequena tinha um dom especial para partir copos. Lembro-me perfeitamente de uma fase em que era dia sim, dia sim e lá ía aos poucos diminuindo o serviço de copos da minha mãe. Tenho até a impressão que às vezes bastava alguém ter um copo na mão quando eu entrava na cozinha e pimba, o copo estava no chão! As colecções de copos sucediam-se umas a seguir às outras, a minha mãe tentava copos mais altos, copos mais largos, copos mais grossos, mas todos tinham o mesmo destino, excepto um! Era um copo horrível, castanho, pequenino que não dava para nada, nunca ninguém o queria e era inquebrável! Chegou a cair da prateleira, bater no balcão de mármore e depois no chão e ficar intacto! Raisparta o copo que não se partia! A minha mãe passava-me o copo para as mãos imensas vezes, na esperança que a minha maldição funcionasse, mas nada!

Ora, o aquário principal (e agora o único) lá de casa, após desleixo prolongado da minha parte, acabou por ficar apenas com um habitante. Olho para o aquário todos os dias com aquele pensamento recorrente: "Tenho de tratar de ti!", mas é como as dietas...começa sempre amanhã!
O tal habitante é um limpa-fundos chinês (Crossocheilus Siamensis), peixe que comprei unicamente para tentar dominar o problema das algas, e do qual nunca gostei, porque além de não limpar algas coisa nenhuma, cresceu de forma estúpida, tornando-se maior que os peixes que supostamente seriam a atracção principal do aquário. Não toco no aquário há meses, o ph está altíssimo (8 ou 9), comida não dou (coma as algas e é se quer) e aquele parvalhão, gordo que nem uma pipa, lá anda todo contente a passear em 100L de água alcalina só para ele! Faz-me lembrar o raio do copo castanho!
Estou a planear alterar o equilíbrio do aquário, de forma a poder alojar peixaria de ph 6 um dia destes. O gordalhufo estúpido vai levar com um estalo de ácido em cima que até vai soprar fumo das guelras! Já o estou a ver..."Minha....yoooooo.....ganda moca!!!!Yahooooooo!".

Isto leva-me a uma questão filosófica: Porque é que são sempre os menos desejados que sobrevivem? Qual barata em pleno ataque nuclear...

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Uma desgraça nunca vem só

Como o desaparecimento da Godzilla não era suficiente, durante a minha ausência aconteceu um verdadeiro "peixicídio" no aquário grande, ficou apenas um limpa-vidros, que por sinal é só o peixe que eu mais odiava daqueles todos. É meio caminho andado para me desfazer do aquário, para o qual não tenho tempo nem para olhar, quanto mais para tratar. Sem tartaruga, sem peixes, até poupo na factura da EDP! Eu sei, é uma visão muito fria, mas ando a precisar de simplificar.

Ansioso por atenção, o Lucas decidiu então ficar doente, o tal bico de papagaio inflamou a ponto de lhe paralisar toda a parte traseira. O Homem-que-não-assina encarregou-se do tratamento, era isso ou arranjar um gato exactamente igual para que eu não desse pela diferença quando chegasse. Escolheu bem!

segunda-feira, 15 de junho de 2009

A lógica da sardinha

Eu - Boa tarde! Era uma dúzia de sardinhas, se faz favor.
Ela - Quantas?
Eu - Uma dúzia!
Ela - Desculpe, quantas é que disse?
Eu - UMA DÚZIA! (disse eu mais alto, tentanto passar acima do burburinho da multidão)

A rapariga mulata olhou-me com desconfiança e começou a pôr sardinhas num saco. Pesou o saco e olhando para o mostrador foi buscar mais duas sardinhas, com as quais jogou para fazer 1 kg certo. Depois deu-me o saco com um sorriso.

Eu - Pôs aqui 12 sardinhas?
Ela - Ahhhh....olhe, já nem sei, dê-me outra vez para eu contar...

Dei-lhe o saco e ela despejou tudo começando de novo a colocar sardinhas, desta vez contando a quantidade e não se importando com o peso. Acabou por dar 1,4 kg, mais 2 sardinhas que o anterior...

Eu não sei de que país vem a rapariga, mas sei que lhe ensinaram o Português. Será que não ensinam o que é uma dúzia? Deixo o desafio ao meu amigo do "Aerograma", descobrir se se ensinam as expressões portuguesas juntamente com a língua.

De qualquer forma, em caso de dúvida, é aviar 1kg!

terça-feira, 26 de maio de 2009

Onde está o Bob?


Este é o Bob!

E este é o aquário do Bob!

A pergunta que se impõe é: Onde está o Bob?

Ora, se repararem com atenção, está um montinho de pedrinhas pretas sobre aquela rocha grande que está encostada ao vidro lá ao fundo. Originalmente havia uma "cama" de pedrinhas pretas por trás desta rocha, para a amparar contra o vidro.
Segundo o Bob, eu não percebo nada de decoração de aquários, e portanto ele fez umas remodelações e construiu o seu próprio quarto privado, por trás da rocha.

Lá estão as pedrinhas por cima da rocha, e lá está o Bob a dormir...

Um raio de um bicho que era um serial-killer no aquário grande e que transferi para aqui com ideias de o dar a alguem ou assá-lo no forno, acabou por me conquistar com este espírito empreendedor e por isso chamei-lhe Bob, O CONS-TRU-TOR!

Deixo-vos com esta comovente história do Bob original, que se fosse com o meu Bob chamar-se-ia: "O Bob come os ouriços" !


sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Barriga de aluguer

Afinal a platy que eu pensava estar grávida é um macho barrigudo, provavelmente por causa da cerveja.

Sendo assim torna-se um bocado difícil estar à espera de alevins...

E os outros que eu vi no outro dia nunca mais foram avistados, por esta hora já estarão papados. É pena...até gostei da ideia de ser avó de 30 ou 40 platy's!

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Nadei com um Platy, será que estou grávida?

Já passei várias fases na vida de aquariofilista, umas mais parvas que outras, passando recentemente pelas fases "este peixe é giro, não sei o que é mas vou comprar" e "não é preciso limpar o aquário, que está melhor é sem ninguem lhe mexer".

Resultado: aquilo que era suposto ser um aquário asiático tem de momento peixes de tudo o que é sítio, plantas idem e houve recentemente um genocídio de neóns. E por acaso já não está com um ar completamente desleixado porque cheguei agora à fase "quero fazer disto um aquário sério". 

Passei os últimos fins de semana a fazer limpezas intensas, desmatamento e cheguei mesmo a fazer uma apreensão de um ciclídeo "serial-killer" de neóns. Eis o "look" actual:

(no canto direito está o ciclídeo de castigo, à espera de nova casa)

Ora, quase pronto que está o meu aquário para começar novo povoamento, ando eu em dúvida se faço um aquário comunitário de pequenos sul-americanos ou anabantídeos (asiáticos) quando de repente me pareceu ver uma pedrinha mexer...era um alevim!

Para quem não sabe, um alevim é um filhote de peixe. Após longa pesquisa acho que o dito alevim é de platy. E agora que penso nisso, há para lá outra platy que anda um bocado gorda há uns dias...está basicamente com este aspecto:

(esta não é a minha - foto retirada do site www.horus.co.jp)

Não posso garantir nada disto, mas hoje já vou olhar para ela com mais atenção...e se for mesmo verdade vou montar a maternidade porque pelos vistos já houve um parto e eu nem dei por isso. E bom...se nascerem está respondida a questão sul-americanos ou asiáticos...

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Ó bóóóóóótiaaaa! És booooaaaaaa!

O controlo parental é uma coisa engraçada.
Imensas vezes ando pela net a pesquisar sistemas de automação e sou bombardeada com pop-up's de casinos online e hotline's para falar com brasileiras e eslovenas sexy's.
Mas esta manhã, tinha 10 minutos para matar, e como ando na ideia de fazer um novo aquário, entrei em http://www.aquariofilia.net/ onde tenho conta no forum, e eis que me aparece a mensagem:

Access to this URL is currently restricted because of its classification.
URL: http://www.aquariofilia.net/
Content classification: Pornography

Pornografia ? ? ? Um forum sobre aquariofilia, onde se discutem ideias e projectos relacionados com aquários, peixes e restante parafernália associada?

Realmente, que tarada que eu sou, a ver sites com peixes nus, ali todos com as escamas à mostra, e com as guelras abertas.
Ai, aqueles aquários de 200L deixam-me doida, e os filtros, Meu Deus!, os filtros!

Olha-me aquelas barbatanas....uuuuuiii, o que eu não fazia com umas guelras assim...
Ok, acho que já perceberam...