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segunda-feira, 29 de março de 2010

Charada de fim de tarde

Para vos alegrar este fim de dia de trabalho, deixo-vos uma pequena charada:

Qual é coisa qual é ela, espectacular de se fazer numa segunda-feira, quando se vestiu umas calças de cor cinzento claro, acabadinhas de lavar e passar?
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Substituir duas bombas de esgoto, pois tá claro!

quinta-feira, 25 de março de 2010

(Pitt)Bullying

É o assunto da moda, toda a gente fala dos abusos dos putos em relação aos mais fracos, como se fosse um fenómeno novo, uma tendência nunca vista.

Não me vou alongar sobre este assunto, já muito é dito por esse ciberespaço fora, até demais. Para mim isto é só mais um exemplo do politicamente correcto, agora aplicado à descrição da inter-actividade normal das crianças, que SEMPRE foi assim. A única diferença é que com toda a informação que têm disponível na era de realidade aumentada em que vivemos, as ideias para os disparates são outras e a dimensão dos estragos é directamente proporcional.

Todos nós somos vítimas de bullying, todos os dias, em diversas situações. No trabalho, no ginásio, nas compras, em família, há sempre pelo menos um chico-esperto que nos faz a vida num inferno e é a forma como lidamos com isso que faz de nós o que somos.

Até eu sou vítima de bullying, todos os dias, dentro da minha própria casa! Sempre que chego, abro o portão e lá estão eles, os agressores, à minha espera. E eu já sei que não vale a pena adiar nem fugir, mesmo que me tente esconder por mais uns minutos dentro do carro, mais cedo ou mais tarde vou ter de os enfrentar e aguentar a tortura habitual.

Quando abro a porta do carro, começa o abuso. Duas cabeças enormes irrompem pela porta, focinham contra mim, cada uma a tentar obter mais atenção que a outra e eu debato-me para conseguir sair e fazer a árdua travessia até à porta de casa, enquanto me tento equilibrar por entre as investidas dos dois "bulls" contra mim.

Sim senhores, eu confesso aqui, hoje, que todos os dias sou vítima de pittbullying. Todos os dias sou forçada e obrigada a dar festas e mimos como se não houvesse amanhã, como se não os visse há meses, enquanto sou fustigada por um total de cerca de 70kg de cão, nas pernas, nas mãos e em tudo o mais que eu trouxer comigo.

Este é de facto um flagelo da sociedade e acho que mais pessoas deveriam "sofrer" o mesmo tratamento, pois assim talvez aprendessem a distinguir conceitos e começassem a dar importância ao que realmente interessa.

terça-feira, 23 de março de 2010

Sorte no Amor, Azar no Jogo (e no resto)

Diz-me muitas vezes o Homem-Que-Não-Assina que somos azarados e nunca vamos ser ricos porque temos "a outra coisa".

Ora, contra isso nada, mas vamos lá ver por exemplo esta semana:
- Domingo: parti os óculos de sol;
- 2ª feira: o ecrã do portátil pifou;
- 3ª feira: os 2 pneus da frente do meu carro desfizeram-se (literalmente) passado uns meros 30 000km;

Ok, é tudo muito bonito e somos muito felizes e tal, mas será que é preciso tanto azar junto para justificar isso?

Não quero provocar os deuses ainda mais nem irritar ninguém mais azarado que eu, mas acho sinceramente que mesmo que fôssemos podres de ricos íamos ser felizes na mesma...a sério!

Já tenho medo de quarta-feira....

(imagem de www.dreamstime.com)

Recadinho matinal

A todos os automobilistas e em especial camionistas que esta manhã, ao verem uma mulher a mudar um pneu numa estrada empoeirada, aproveitaram para fazer um pequeno desvio intencional de forma a fazer uma nuvem de pó projectada na direcção da dita mulher, o meu muito obrigado, sempre foi o meu sonho poder um dia comer quilos de pó de uma só vez e hoje finalmente consegui realizá-lo.

Só me resta desejar-vos tanta ou mais sorte que a minha, mas de preferência num dia de chuva intensa, numa subida ou descida íngreme, à porta de uma penitenciária em dia de saída de reclusos, com o macaco encravado.

Ficai bem!

sábado, 20 de março de 2010

Como reconhecer um pobre

Durante alguns dias o Homem-Que-Não-Assina teve direito a andar num Audi A4 2.0 TDi.
A primeira vez que entrei no carro, o som do bater da porta foi tão abafado que a voltei a abrir e fechar 3 vezes, cada vez com mais força, mas o som continuava a parecer-me demasiado baixo para ter fechado.

O HQNA ria-se com ar condescendente: "Já está fechado! É mesmo assim..."

Sou tão pobre!