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quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Banalidades

Enervam-me os bens materiais. Enerva-me a importância que lhes é dada, até a importância que às vezes eu própria lhes dou.
Nem todos os dias nos sentimos em nós próprios, há dias em que somos mais egoístas, outros em que somos uns "bananas" e ainda outros em que só pensamos em dinheiro. Tudo isto condicionado pelos acontecimentos do dia-a-dia que vão puxando de nós diversas formas de agir.
Os momentos em que somos de facto genuínos connosco próprios é quando somos apanhados de surpresa, quando nos surge uma situação que não prevíamos na rotina.
Sempre defendi a teoria de que a primeira reacção a qualquer coisa é geralmente a mais certa.
Aqui há tempos, relatei aqui como respondi prontamente na noite de fim de ano em relação ao eventual roubo da minha televisão. Que se lixem os móveis, os carros, os empréstimos, as despesas e até as tarefas domésticas, desde que haja dentro de nós um quentinho de conforto, tudo isso são banalidades.
E esta pessoa, esta sim, sou eu!

Manifesto contra a Racionalidade

Aconselho e subscrevo:

Para quem quiser passar directamente ao manifesto, sem ler o preâmbulo, é só andar para baixo e começar a ler onde diz UM MANIFESTO EM SETE PONTOS.

Os Méganes dão-me azar

Ai ai, que a vida não me corre nada bem!
O meu primeiro Mégane deu-me todos os problemas e mais alguns, e eu fiz o quê? Comprei outro! Pois, faz sentido, não é?
Vai hoje pela primeira vez para a oficina e eu já estou a desesperar com as más notícias que aí vêm.

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Era um injector entupido....cá para mim o antigo dono andava a abastecer com papa Cérelac em vez de gasóleo....mas daquela com grumos mesmo!

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Incondicional

Há uma idade certa para compreender as mães. Não digo uma idade certa em algarismos, mas certa em termos de quando as conseguimos observar melhor.
Quando somos novos só conseguimos ver as proibições, os castigos, os dramas que nos criam por chegarmos tarde ou não comermos a sopa (ou as ervilhas...).
Vem depois outra idade em que achamos que já sabemos tudo e que as mães viveram noutra época e são incapazes de compreender os problemas da juventude moderna.
E vimos por esses anos fora sempre olhando de lado para uma pessoa que nos parece demasiado perfeita para ser verdade, que nunca comete erros e nos quer impedir de cometer os nossos.
Parece-me a mim que só lhes damos verdadeiro valor quando lhes descobrimos a primeira falha, a primeira mentira, o primeiro erro. Não tem necessariamente de ser um erro ou mentira, mas por exemplo o simples facto de lhes apanharmos uma contradição nas palavras. Nesse preciso momento paramos surpreendidos com a mudança de atitude e perda de perfeição e conseguimos perceber que elas nem sempre nos dizem o que lhes vai lá dentro, mas sim o que acham que nos faz felizes.
E se o que nos faz felizes é comer sopa numa semana e rebuçados na outra a seguir, elas lá estarão em ambas as semanas, dizendo que a sopa é muito boa, mas que os rebuçados é que é fixe!
Obrigado mãe!

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Patrocinado por uma cerveja qualquer

Para todos vós, distraídos, que ainda não repararam nisso, é só para avisar que vem aí um FIM DE SEMANA PROLONGADO!
Mesmo a jeito para fazer um "reset" à cabecinha!

Dedicada a estes fantásticos 3 dias sem manutenção de edifícios com que me preocupar, a não ser a do meu próprio imóvel, aqui fica uma música que me dá arrepios na espinha.
É de um anúncio da Super Bock que dá no cinema, antes dos filmes, e cada vez que a ouço enche-me os sentidos. É para por bem alto, ó "faxavor", a ver se também enche os vossos: