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segunda-feira, 30 de junho de 2014

Nhéc Nhéc Nhéc Nhéc HAAAAAAA

Estou num daqueles dias em que não páro quieta no meu posto de trabalho e resolvi trazer os meus adorados Nike Shox que estão a dar o berro e que fazem nhéc-nhéc (e que mesmo assim me recuso a deitar fora)....I'm going slightly mad!

quarta-feira, 9 de abril de 2014

Eu não presto

Em viagem de trabalho,  aproveitei para fazer a minha corrida matinal num sítio diferente do habitual.

Animada pela novidade, lá ia eu toda contente na Av. da Boavista, 07h da manhã, nos meus ouvidos soava um dos êxitos recentes que consigo ouvir em loop, intercalado com a menina do Runkeeper: "primêiro intérrrvalo 1min dévagár..."

À minha frente parou um senhor, diria eu na casa dos 60 anos, que corria na direcção contrária e que me obrigou a parar também.

Ele - A menina anda a correr?
Eu - Sim....
Ele - Ai os jovens hoje em dia já não fazem nada dessas coisas (...) é bom ver uma jovem assim a fazer desporto de manhã (...) eu já corri a meia maratona ...

E enquanto o velhote enaltecia as minhas qualidades de jovem dinâmica, nos meus ouvidos soava mais um aviso:  " próximo intérrrvalo 1 min constantxi".

Eu exprimia o meu melhor sorriso enquanto respondia monosílabos "Sim" e "Pois" e tentava recomeçar a andar, mas na minha cabeça só havia um pensamento:

"Raio do velho está-me a estragar a média!"

quinta-feira, 3 de abril de 2014

Long storie long

Há 2 semanas repeti um erro comum em mim, deixei o telemóvel numa casa de banho do trabalho. Felizmente há pessoas sérias e o telemóvel foi-me devolvido depois de alguns minutos, por uma senhora da limpeza. Senão teriam sido 400€ a voar.

No Verão passado perdi a minha máquina fotográfica, deixada algures num café do Algarve. Disse adeus a 300€.

A semana passada ajoelhei-me à noite em Monsanto porque deixei umas peças de 500€, acabadas de comprar, uma tarde inteira em cima de um caixote do lixo, num local público. Quando à noite voltei ao local e ainda lá estavam, tal foi a emoção que me agarrei à caixa e me ajoelhei no chão.

É verdade que sou uma pessoa com sorte, para quem acredita nessas coisas, e quando estas coisas me acontecem, por muito que tente não pensar nisso, imagino que sinal é que o universo me está a enviar.

Acabo sempre por chegar à conclusão de mim mesma, que sou assim, sem remédio, aérea. Só espero que isso não me traga muitas despesas, mas imagino como será isto combinado com a velhice!

quarta-feira, 26 de março de 2014

Long storie short

Se ontem à noite viram uma mulher de joelhos agarrada a uma caixa de cartão em Monsanto, era eu!

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

O escudo da negação

Tenho a certeza que isto depende de cada um, mas eu sou daquelas pessoas que não se consegue conhecer a si própria.
Parece confuso? Eu explico.

Sou tão boa, mas tão boa, na negação, que me consigo surpreender e assustar a mim própria! Quando determinado assunto me incomoda, protejo-me, escondo-me, minto a mim mesma tão bem, e esqueço o assunto de tal forma que quando confrontada com o facto novamente, fico surpreendida por me irritar, ou chorar, ou etc.

Um exemplo:
Há 2 anos morreu o meu gato de longa data. Três dias depois senti-me de luto feito e terminado e confiante o suficiente para falar disso com o veterinário e assim sendo peguei no telefone e liguei-lhe. No segundo a seguir a ouvir a voz dele desfiz-me completamente em lágrimas e soluçava tanto que nem conseguia falar. E fiquei surpresa porque aparentemente eu já estava bem. E continuo a achar estranho cada vez que alguém me fala do Lucas e eu continuo a hesitar e a fazer um pequeno momento de pausa antes de responder.

Sou mesmo MESMO boa nisto da negação. É pena que não se consegue fazer dinheiro com isto!

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Auto armadilhas

Isto de ser distraído não é fácil. Tarefas que parecem banais e simples ao mais comum dos mortais tornam-se numa epopeia para uma pessoa distraída.
E os truques usados para combater a distracção tornam-se facilmente em armadilhas fatais.

Sair de casa de manhã com tudo o que é suposto é para mim do mais difícil que há. Em especial se os objectos não estiverem no local habitual (o mais seguro é nunca saírem do carro, o que explica a "arrumação" do mesmo).

É por isso que hoje deixei o portátil no tapete aqui ao lado da cama (sim, escrevo posts deitada) e sei perfeitamente que amanhã lhe vou pôr um pé em cima às 6h30, mas é garantido que vou lembrar-me de o levar. Pelo menos para fora do quarto vai, esperemos que não seja pela janela, depende do acordar...

sábado, 12 de outubro de 2013

A felicidade da ignorância

Tenho pensado muito sobre isto de não conseguir ser feliz quando se sabe demais. E se seria de facto mais fácil não querer saber.
O problema é que por mais que não se queira saber, há notícias e informações que nos vêm parar ao colo, sem fazermos esforço nenhum. E bastam 2 dedos de testa para tirar conclusões de um saco de trafulhas.

Aconteceu no outro dia, na minha ingenuidade fiz uma pergunta simples, e em vez de uma resposta recebi uma tempestade. Não foi preciso muito para perceber que a minha pergunta, apesar de inocente, tocou em algo podre.
E isto é uma coisa que me acontece constantemente, fazer perguntas simples, típicas de quem anda alheio às intrigas, e receber mais do que respostas. Talvez porque tenho muito mais em que pensar, e não perco tempo com o que não me interessa, talvez porque sou mesmo assim, distraída.

E talvez o ser distraída seja exactamente o que me protege, o que me permite ser feliz, apesar da ignorância ser pouca. Acho eu....porque na verdade nunca se sabe realmente qual a sua dimensão, pois não?

terça-feira, 23 de julho de 2013

Hoje é que foi agarrar nas curvas

Conclui-se que a ideia de um saco de estrume de cavalo se romper numa curva é inversamente proporcional ao peso do pé no acelerador, independentemente da aderência conseguida por 250L de substrato.


P.S. - a prova da minha dedicação ao blog é o facto de vir no caminho a pensar neste post e quando dei por isso já tinha descarregado os sacos e voltei a carregá-los no carro para a foto. Sim, são 5 sacos. Sim, são 250L. Eu gosto mesmo muito do meu blog.

quarta-feira, 17 de julho de 2013

All in my head

A história é simples, fui comprar patinhos de borracha. 

Ao dirigir-me para a caixa, senti uma súbita vergonha a assolar-me. Pensei em graçolas para dizer com ar tímido à funcionária da caixa: "He, hen, são para os meus filhos!" ou mesmo "Tenho uma decoração vintage e isto é um clássico!", pensei no olhar reprovador que ela me faria ao ver-me colocar o pacote em cima do balcão, pensei "Olha se fosse aquele que eu vi com casaco de cabedal, ou o outro com a estola de lantejoulas ou mesmo o outro com a bolinha vermelha na boca!" e depois pensei "Raios! Até umas bolas chegavam, é só para ter mais qualquer coisa a boiar na piscina!" e neste momento olhei para a rapariga da caixa e apercebi-me de ter dito esta última frase em voz alta à frente dela.

quinta-feira, 28 de março de 2013

Cucu

Alguém me ligou agora mesmo. Perguntou-me pelos miúdos, pela minha voz... Lembro-me de estar a trabalhar ao mesmo tempo que falava ao telefone, mas não me lembro em quê. E não me lembro quem me ligou, nem como acabou o telefonema. Só sei que acabei de pousar o telefone.

Thank God que este é um fim de semana grande!

quinta-feira, 29 de março de 2012

E acordar? Não?

Hoje tive a prova que o meu cérebro demora algumas horas a acordar.

Dei boleia ao Homem-Que-Não-Assina e ía a explicar-lhe de como faço a minha escolha diária de passagem pela Malveira, conforme haja feira ou não. Logo após explicar-lhe que muitas vezes não me consigo lembrar que dia da semana, por ser tão cedo, fiz a manobra habitual em direcção ao meu destino (oposto ao dele), ao que ele responde:

- Então? Vais a falar comigo e viras como se fosses sozinha?

A esta hora da manhã o meu cérebro ainda acredita em hologramas.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

A estupidez é assim

Um fim de semana inteiro a trabalhar com ferramentas cortantes, berbequim e rebarbadora e corto-me no domingo à noite a fatiar pão.


sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Post directo do quintal

De maneiras que ser distraída e sair de casa a dormir é assim...fica-se fechada fora de casa muitas vezes...
O Homem-Que-Nunca-Mais-Chega vai-me gozar outra vez...

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Esqueci-me das chaves

Considerações que me assolam por estar fechada fora de casa, à espera de um Homem-Que-Tem-A-Chave-Mas-Está-Atrasado:

- Tenho de comprar umas cadeiras melhores cá para fora.
- Felizmente há wifi no quintal.
- Raisparta mais às melgas, vou para dentro do carro.
- Olha, já agora vou ver se me saiu o euromilhões...ía já comprar uma casa sem fechaduras!

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Inteligência Emocional

Não tenho nenhuma, nada, nicles, népia, zero, nop! Definitivamente não dava para política!

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Precisas de férias quando...

...ligas para a assistência da Optimus e te despedes da senhora dizendo "Adeus, beijinhos".

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Sei que preciso de férias quando...

...me sento na minha mesa de trabalho, sobre a qual estão os meus óculos de sol e os meus óculos de ver, e coloco na cara os óculos de sol enquanto começo a arrumar uns papéis e só reparo que tenho os óculos errados quando olho para o monitor e acho que o ecrã está muito escuro...

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Mais uma para a lista

Esta é mais uma história daquelas que hesito em contar, tal é a vergonha por tão estúpido e típico comportamento desta minha cabeça. No entanto, só agora me dei conta da asneirada, um ano depois da mesma, e já me consigo rir da situação, até mesmo contar aqui, para que se riam comigo, ou neste caso, de mim...

Ora, andava eu a organizar papelada, agrupando facturas por empresa, EDP Setembro 2009, SMAS Abril 2009, Via Verde Maio 2009, PT Janeiro...espera lá, que matrícula era aquela na Via Verde?
Ao passar pela factura da Via Verde, chamou-me a atenção a matrícula da mota. Se eu não pego na mota desde 2007, como é que passei na portagem em 2009? A lista de débitos de Maio era enorme e ali fiquei agarrada à factura, a tentar perceber como era possível.

Lembrei-me então que no dia em que troquei o saudoso Cordobamobil pela Megane, ao fazer a limpeza final, encontrei a Via Verde da mota no porta-luvas do carro. Foi assim que, ainda incrédula e agarrada à factura, me pus a comparar as datas e horas das passagens nas portagens entre a mota e o Cordobamobil. I-GUAL-ZI-NHAS!

Pronto, é este o facto, após pesquisa nas facturas, desde Novembro 2007 (altura em que deixei de andar de mota e meti a Via Verde no carro para levar para casa e guardar) a Agosto 2009 (altura em que troquei de carro) andei a pagar o dobro de Via Verde. Muito bom, não é? Sim, podem rir, até me podem chamar nomes, eu mereço.

Agora desculpem-me que eu vou ali bater com a cabeça num poste e já venho.

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Cérebro a (muito) baixa rotação

Numa exaltada discussão acerca das vantagens e desvantagens da poligamia, eis que o defensor da dita me propõe um desafio, numa frase curta, esperando uma resposta pronta:

- Diz-me UM mamífero que seja monógamo! Só um!

Ao que eu respondo imediatamente, entusiasmada e sorridente de tão segura: "O PINGUIM!"

terça-feira, 24 de agosto de 2010

A reportagem (não) fotográfica

Nunca deixo de me espantar, mesmo quando acho que já me conheço ao ponto de me prevenir contra mim própria, continuo a conseguir dar a volta à situação.
Ao chegarem as férias entusiasmei-me logo com a ideia de fotografar tudo e todos, fotos para o blog, fotos para a BD, fotos para o Facebook, fotos para que sim.
Nos preparativos para a partida, entre malas, marmitas de bichos e carregamentos de cremes protectores, sabendo de antemão o que esta cabecinha me reserva, lembrei-me de por a carregar dois pares de pilhas para a minha querida máquina. Orgulhosa de mim mesma por tão grande "alembradura", no dia seguinte guardei a máquina e as pilhas na mala de viagem e aí vamos nós.
Os primeiros dias de praia passaram-se bem só com o telemóvel, para as habituais fotos de inveja para a família. Mas chegou o dia de dar bom uso à máquina, para uma visita ao Badoca Park.
Pilhas carregadas, outras de reserva, lá estava eu toda contente a ver o primeiro show das aves de rapina, e mesmo ao meu lado um mocho de orelhas, um bichinho simpático, 80gr. de penas e dois olhos enormes a olhar para mim. Saco da máquina, ligo, aponto ao bicho, grande plano logo para abrir as hostes, "eh pá, g'anda foto", foco e...."cartão memória não inserido"!
Ficou em casa, metido na impressora.....AAAAAAAHHHHHHH!