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segunda-feira, 31 de maio de 2010

Auto-avaliação

Nunca olharam para vocês mesmos e pensaram: "Eu consigo fazer mais que isto!" ?
Nunca olharam para a vossa vida e chegaram à conclusão que se não tivessem sido cobardes em algumas situações, estariam agora muito melhor, muito mais à frente?
Os erros evitam-se, é bem verdade, mas já que temos que os cometer, ao menos que aprendamos com eles. É connosco próprios que temos de viver para o resto da vida e mais vale ficarmos de bem com a nossa própria consciência.
Esta relação (connosco próprios) é a mais importante de todas, a nossa própria identidade é a que deve ser mais mimada, mais protegida. É ela que nos ajuda a resistir todos os dias a todas as frentes. É ela que nos mantém fortes e bem dispostos para podermos mimar também os outros.

Raios, eu trabalho, eu esforço-me, eu sou uma boa pessoa, eu posso, eu mereço!

sexta-feira, 28 de maio de 2010

O que se canta por dentro

Subir o som e carregar no play, mai' nada!

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Em choque

Sou distraída, muito, e não presto atenção a metade do que me dizem. Mas de vez em quando há frases que me ficam gravadas para sempre. Lembro-me perfeitamente, e nunca me vou esquecer, do que o meu pai me disse quando me deu o meu primeiro carro:
"Um carro é um meio de transporte, não é um brinquedo, nunca te esqueças disso quando andares na estrada."

Acabei por crescer e tornar-me uma entusiasta dos carros, dos motores, até da velocidade, tal como o meu pai, mas tal como ele, apesar de gostar de acelerar (e das ocasionais multas, que darão outro post), de curvar, de sentir a condução, tenho muito respeito pela estrada.
Por esta razão, as características que procuro num carro são basicamente duas, muito além do ar condicionado, tecto de abrir, farois de xenon e mais mariquices dessas, procuro potência e controlo de tracção. Duas características que por acaso não abundam na minha Megane, mas adiante...

Apesar de estar consciente do que o meu pai me disse, há um factor que costumo esquecer com frequência e que hoje me foi lembrado com uma brutalidade assustadora, mesmo à minha frente.
Os acidentes (os verdadeiros, aqueles que não há potência, controlo de tracção ou travões de disco que os evitem) acontecem!

Hoje foi a segunda vez que chamei o 112 na minha vida, mas foi a primeira vez que reportei: "Sim, há feridos!", e foi também a primeira vez que disse: "Um deles é uma criança de 1 ano."

Porra!

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Conclusões a que chego

Discutir o funcionamento do Ar Condicionado com o médico de medicina do trabalho é a mesma coisa que discutir os malefícios do míldio na batata com um engenheiro aeronáutico.

Não resisto a citar um excerto:
Eu - "...mas se eu fechar a entrada de ar da rua, deixa de haver renovação de ar e isso não pode ser."
Méd - "Não, não deixa! Que eu tenho aqui uma ventoinha pequenina!"

Como é que esta gente chega a médico é que me faz espécie....

A águia com vacas

Ora, no outro dia, ainda não estava  o trabalho terminado. Hoje sim, já se consegue avistar bem, não só da Lua, mas também de Marte.


Talvez por ser muito cedo, ou simplesmente porque não tinha posto os óculos, pareceu-me ao longe que a águia tinha falhas nas asas, por estar ainda inacabada ou por ter faltado a meio do trabalho o material de seja lá o que for a parte branca.


Mais à frente na estrada, lá consegui perceber que não eram falhas, nem pulgas nas asas da águia, eram vacas!